"A sós"
Triste e pequeno nauf´ragio em meio à tormenta
Infeliz verdade que aprofunda em meu seio um cerne de dor
Mostra-me ao menos uma vez que minh aforça é grande
Me faz ao menos uma vez tentar te entender
Se és de fato um mal que acalenta
Recolhe-te em seu ócio costumeiro, infeliz
Rompe de mim essa placenta, que cega
Amarra e bloqueia os meus movimentos
Porque insistes em me acompanhar todo esse tempo?
Se não me abandonas, somente,
Ensina-me o porque da sua companhia intermitente
Me fala de como se sente ausente.
Maldito, recua teu ego por algum momento
Vai-te e deixa=me à sós de ti isento
Apara tuas garras ou se esconde
Antes que em luta vil e violenta
Onde toda calma e espera assenta
Antes sua ou minha morte te arrependa
Ou antes que a luz te cegue, escuridão
ANtes que o fogo te queime e rompa teu tato
Antes que eu corte sua lingua bifurcada
Volte às trevas de onde reside
VOlte ao seu covil, onde as almas vagam
Pálidas em busca de escoro
Volte ao lugar de sinfonias tremendas
Onde a percussão do ranger dos dentes
tece um contraponto pervertido
Em ritmos de choro e gemido
Sem que o amor se aparente
Volte e não saia nunca mais
sábado, 6 de setembro de 2008
Poema nº 8 28/02/07
"Azul"
Meu amigo, me espere na chegada
Pois na saudade eu não hei de ficar
Assim como areia recebe a onda
Que com felicidade vem do mar
Toda espera é dura, é árdua
Mas o vento de popa em proa
Termina por reforçar
A chegada da onda, para saudade acabar
Apesar de receber em pranto o teu afago
É de lástima que deixo o solo doce
Que com tanta falta, lembrança trago
Em calmaria, mas com embaraço
Mas se o calor vem para me acalmar
A certeza vem só para mostrar
Quando se ganha o que se perde
Se perde o que se ganha, e versa:
Na saudade eu hei de ficar
Meu amigo, me espere na chegada
Pois na saudade eu não hei de ficar
Assim como areia recebe a onda
Que com felicidade vem do mar
Toda espera é dura, é árdua
Mas o vento de popa em proa
Termina por reforçar
A chegada da onda, para saudade acabar
Apesar de receber em pranto o teu afago
É de lástima que deixo o solo doce
Que com tanta falta, lembrança trago
Em calmaria, mas com embaraço
Mas se o calor vem para me acalmar
A certeza vem só para mostrar
Quando se ganha o que se perde
Se perde o que se ganha, e versa:
Na saudade eu hei de ficar
Poema nº 7 11/01/07
"Jasmim"
Entre Céu e terra
entorpece minha alma com mil sussurros
um vento inconformado
Assobiando melodias da mais profunda tristeza
Que vibra meu coração com notas de afeto e dor
Pior que vento é caminho
Enquanto o vento venta,
Duro é passar sobre a pedra
A estrada lisa falseia
E erra buscando se opor
Ao pobre destino esfaqueia
Sem mostrar seu autor
Todo caminho é caminho
Enquanto é percorrido
Mas quando percorre, é espinho
Cravado no coração de alguém
Mas nada merece doer
Nem caminho, nem espinho, nem ninguém
Se a dor vier à acolher
Basta lembrar de quando caminho era caminho
E de como esperança faz bem
Feliz a flor fica parada
À receber do sol amizade
Pétala toda ensolarada
Na mais perfeita felicidade
QUe ousadia se a flor
Por sua sépala toda raiada
Quisesse ter com o sol
A tão jornada sonhada
Venta, vento! Venta...
Que a flor ao seu pio insiste
Balança, mas não senta
Até o dia do encontro resiste
00:59
For all those, that believed in something
Entre Céu e terra
entorpece minha alma com mil sussurros
um vento inconformado
Assobiando melodias da mais profunda tristeza
Que vibra meu coração com notas de afeto e dor
Pior que vento é caminho
Enquanto o vento venta,
Duro é passar sobre a pedra
A estrada lisa falseia
E erra buscando se opor
Ao pobre destino esfaqueia
Sem mostrar seu autor
Todo caminho é caminho
Enquanto é percorrido
Mas quando percorre, é espinho
Cravado no coração de alguém
Mas nada merece doer
Nem caminho, nem espinho, nem ninguém
Se a dor vier à acolher
Basta lembrar de quando caminho era caminho
E de como esperança faz bem
Feliz a flor fica parada
À receber do sol amizade
Pétala toda ensolarada
Na mais perfeita felicidade
QUe ousadia se a flor
Por sua sépala toda raiada
Quisesse ter com o sol
A tão jornada sonhada
Venta, vento! Venta...
Que a flor ao seu pio insiste
Balança, mas não senta
Até o dia do encontro resiste
00:59
For all those, that believed in something
Poema n3 19/12/2006
Luiza
Depois de tanta tristeza
Impossível é dizer,
Como vem com destreza,
A alegria a me acolher
angústia foi a espera
que de precipitada
Esconde, não revela
Deixa a chance, inusitada
Recusada e quase mera
Mas se o aguardo foi e mau tempo
De muito agouro foi o regresso
Você e sua presença me deixaram isento
Da dor, com seu amor expresso
Pelo perfume a favor do vento
Que em lágrima me deixou imerso
Chore, como quem chora no mar,
Esperando sozinho o dia raiar,
Recebe a visita d'um anjo
Que terminou com meu penar
Ah, tua imagem, que loucura
Produz em mim a essa altura
Calafrio que nem música com ternura
Chegou a me causar
Mas mesmo com toda essa doçura
Devo certamente argumentar:
Nada é mais bonito que a postura
Que você tem ao raciocinar
Seu carinho, seu sorriso e seu jeito
Valem muito, tanto, que todo material
Não ocupa nem metade do meu peito
P'ra dar lugar lugar ao transcedental
Apesar de tanto preencher meu coração
Para oferecer não possuo nada
Mas te ofereço esse poema, como enorme gratidão
Assim, depois desta singela oferenda
Findo minha estória de paixão
Depois de tanta tristeza
Impossível é dizer,
Como vem com destreza,
A alegria a me acolher
angústia foi a espera
que de precipitada
Esconde, não revela
Deixa a chance, inusitada
Recusada e quase mera
Mas se o aguardo foi e mau tempo
De muito agouro foi o regresso
Você e sua presença me deixaram isento
Da dor, com seu amor expresso
Pelo perfume a favor do vento
Que em lágrima me deixou imerso
Chore, como quem chora no mar,
Esperando sozinho o dia raiar,
Recebe a visita d'um anjo
Que terminou com meu penar
Ah, tua imagem, que loucura
Produz em mim a essa altura
Calafrio que nem música com ternura
Chegou a me causar
Mas mesmo com toda essa doçura
Devo certamente argumentar:
Nada é mais bonito que a postura
Que você tem ao raciocinar
Seu carinho, seu sorriso e seu jeito
Valem muito, tanto, que todo material
Não ocupa nem metade do meu peito
P'ra dar lugar lugar ao transcedental
Apesar de tanto preencher meu coração
Para oferecer não possuo nada
Mas te ofereço esse poema, como enorme gratidão
Assim, depois desta singela oferenda
Findo minha estória de paixão
Poema nº4 17/12/2006
Em coma
Dessa vez até que ela quiz
Sem cansar, eu procurei até o fim
Encontrar foi só um trecho feliz
De uma estória encenada por mim
Ilusão é acreditar sem anda temer
Na sorte sem vento, nem intento
Assim como o sol Nasce pra morrer
Razão é acreditar em tudo perder
Pois foi aí que eu me enganei
Nem toda dor, recupera o amor
Que perdi quando exitei
Tolice, é verdade, sem muito pudor
Mas quando toda certeza
É tão incertam quanto indireta
Materializar sua casta beleza
É das atitudes, a mais incorreta
Ingratidão é adotar
Em numeráveis características externas
Um inúmero mundo sem par
QUanto suas carcterísticas internas
O pobre deseja o que não tem
Desejar o que tem, somente o amor
Que sabe sem exitar, porém:
Forte é aquele que transpassa a dor
Que triste destino fadado está
À vagar num mar de fracassos
E a sorte assim perecerá
À exibir seus troféus de descasos
Com sorte, mas sem navio
Nadando em frente, contra a corrente
torcendo por um romance tardio
Na mão, um coração carente
Mas se todo final feliz
Exige um enredo de tormenta
Espero ter o que sempre quiz
E minha alma enfim se contenta
Dessa vez até que ela quiz
Sem cansar, eu procurei até o fim
Encontrar foi só um trecho feliz
De uma estória encenada por mim
Ilusão é acreditar sem anda temer
Na sorte sem vento, nem intento
Assim como o sol Nasce pra morrer
Razão é acreditar em tudo perder
Pois foi aí que eu me enganei
Nem toda dor, recupera o amor
Que perdi quando exitei
Tolice, é verdade, sem muito pudor
Mas quando toda certeza
É tão incertam quanto indireta
Materializar sua casta beleza
É das atitudes, a mais incorreta
Ingratidão é adotar
Em numeráveis características externas
Um inúmero mundo sem par
QUanto suas carcterísticas internas
O pobre deseja o que não tem
Desejar o que tem, somente o amor
Que sabe sem exitar, porém:
Forte é aquele que transpassa a dor
Que triste destino fadado está
À vagar num mar de fracassos
E a sorte assim perecerá
À exibir seus troféus de descasos
Com sorte, mas sem navio
Nadando em frente, contra a corrente
torcendo por um romance tardio
Na mão, um coração carente
Mas se todo final feliz
Exige um enredo de tormenta
Espero ter o que sempre quiz
E minha alma enfim se contenta
poema nº 2 18/10/2006
Nada mais intrigante que a relatividade
Destruindo com imensa contradição
Toda una e nobre verdade
Impedindo qualquer conclusão
Escoriando qualquer identidade
Nem dor ao menos persegue
Orgulho de quem tem por afirmar:
Prefiro seguir na mentira
DO que na verdade me Humilhar
QUanta falta comete em vil indigência
E em grave erro prossegue iminente
Renegando de si a inteligência
Como se afastasse um querido parente
Toda verdade em si se revela
Cini ioubuçai de certi vazua
ao conceito verdade se atrela
tudo que ao um, antes não cabia
Triste sina de quem admite
por fé cega e não sem limite
Que a realidade encerra
à ilusão, um estranho convite
Nada mais intrigante que a relatividade
Destruindo com imensa contradição
Toda una e nobre verdade
Impedindo qualquer conclusão
Escoriando qualquer identidade
Nem dor ao menos persegue
Orgulho de quem tem por afirmar:
Prefiro seguir na mentira
DO que na verdade me Humilhar
QUanta falta comete em vil indigência
E em grave erro prossegue iminente
Renegando de si a inteligência
Como se afastasse um querido parente
Toda verdade em si se revela
Cini ioubuçai de certi vazua
ao conceito verdade se atrela
tudo que ao um, antes não cabia
Triste sina de quem admite
por fé cega e não sem limite
Que a realidade encerra
à ilusão, um estranho convite
Poema nº1 19/05/06
vos q me geraste do amor puro
concede-me a pureza do teu amor
destituindo a incerteza do futuro
mostrai-me do novo mundo a cor
e concede à teu amor a pureza que fim põe à todo receio
dando novo timbre a naturezade quem da escuridão veio
e faz da união felicidade comum
Pois é do incalcável nada infeliz que em alegria calca-se o algum
que coisas vãs tornam-se vis
permitindo que eu manifeste a verdade
pois é em nome da verdade que o amor vive
dentro dos corações servindo à eternidade
como se glória, todo o esforço que tive
para que da dor manifeste feliz serenidade
dedicado a élisson & nay
vos q me geraste do amor puro
concede-me a pureza do teu amor
destituindo a incerteza do futuro
mostrai-me do novo mundo a cor
e concede à teu amor a pureza que fim põe à todo receio
dando novo timbre a naturezade quem da escuridão veio
e faz da união felicidade comum
Pois é do incalcável nada infeliz que em alegria calca-se o algum
que coisas vãs tornam-se vis
permitindo que eu manifeste a verdade
pois é em nome da verdade que o amor vive
dentro dos corações servindo à eternidade
como se glória, todo o esforço que tive
para que da dor manifeste feliz serenidade
dedicado a élisson & nay
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